mais do mesmo
Nestes semana que passou li* Then Again, a auto-biografia de Diane Keaton, escrita em jeito de homenagem à sua mãe. Gosto muito da Diane Keaton, mas o livro vale mais pelo que não diz, pelos momentos involuntários de humanidade, pela solidão (mal) escondida nas entrelinhas. Vi-me muitas vezes ao espelho naqueles momentos em que, achando-nos já bem resolvidas, falamos despudoradamente das nossas dores, pela rama, sempre pela rama, com um sorriso conquistador. E a batalha ainda no início.
(* não sei se não será ilusão, mas ler no tablet parece-me mais compatível com viajar de autocarro do que ler em papel, que sempre me deixou enjoada, o que poderá tornar-se determinante na minha vida lisboeta. Tempo em que se pode ler não se perde)


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